[COMPOSIÇÃO] Oh Na Na

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[COMPOSIÇÃO] Oh Na Na

Mensagem por Park Jessica em Qui 4 Jan 2018 - 23:03

Oh Na Na
Park Jessica & Park Chung Ho | Dormitório Sonne | Fechada
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Re: [COMPOSIÇÃO] Oh Na Na

Mensagem por Park Jessica em Sex 5 Jan 2018 - 17:06

Oh Na Na
Composição

Finalmente estava de volta ao dormitório, os dias estavam bem corridos, mas ao mesmo tempo divertidos, com o sucesso que Wannabe estava me proporcionando e mesmo assim, quando tinha folga das promoções, ia para a empresa para treinar com os sumbaes para estar pronta para o Debut junto com o Sonne. A Wonna-ne vinha me ensinando (e me cobrando) as coreografias das músicas já lançadas, enquanto os oppas já trabalhavam nas próximas canções do grupo e como ficariam as divisões com mais uma voz.

Enquanto ia para o banheiro, tomar uma ducha depois de tanto treino com a Unnie, precisava tirar o suor do corpo, para só depois comer alguma coisa. Como haviam dois banheiros na casa, fizemos um acordo em os meninos usarem um e as meninas o outro, por isso, apenas eu e a Unnie usávamos esse, mesmo assim ele era repleto de cremes para cabelo e pele que dividíamos ou exclusivos de cada uma.

Mesmo assim, conseguia um pequeno espaço para deixar o meu celular, como de costume eu adoro tomar banho ouvindo música. Dessa vez tinha recebido uma playlist de um amigo da América, sempre tínhamos esse habito de trocar músicas que um estava ouvindo. Ele me mandou muitas músicas com o estilo latino, onde havia mistura interessante de salsa com música eletrônica e hip-hop, que eles chamam de reggaeton.

Definitivamente é um estilo que te contagia, mesmo estando cansada de treinar o dia todo, logo na segunda música já estava dançando embaixo do chuveiro. Fui me empolgando com as músicas e as letras, e antes que percebesse, já estava imaginando minha própria versão de reggaeton. Acordo para a realidade quando a Unnie dá duas batidas na porta e pede que eu me apressasse. - Foi mal Unnie! Já estou saindo! – Já era a vez dela de tomar banho, eu rapidamente me apresso e termino o meu, até porque não queria deixar a ideia que estava em minha mente escapar.

Saio, já vestindo o meu pijama, passava por ela, dava um tapa no bumbum dela e avisava que era a sua vez de tomar banho. Ficava cantarolando a música que estava na minha cabeça, enquanto usava o secador de cabelo. Em geral era algo como - Oh Na Na Na... – Repetido algumas várias vezes. Decido enfim me render, pego um dos meus cadernos e começo a me lembrar sobre uma das músicas de uma garota, que falava de com os garotos eram todos iguais e ponho no papel.

jigyeowo Always
wae mame eomneun namjiman mareul geonayo
Go Away, Ay neomu ppeonhajanha

siksanghan maeryeok neukkihan maltu
amu neukkim eobseo No No
jebal nae ape natana jwo
eodie innayo My Love nal guhaejwo

Deixava vir na cabeça toda a ideia todo o conceito que poderíamos usar para a canção, como por algum tempo seriamos “dois casais”, poderia ser algo dos dois lados dando as suas opiniões e aos poucos se tornando uma relação. Com essa ideia e com o pequeno refrão que eu não conseguia parar de cantarolar fiz algo parecido com um refrão.

maeil nal wihae norael bulleojwoyo
Oh Na Na Na
dalkomhan nunbicheuro nal nogyeojwoyo
Oh Na Na Na
geudae tteugeoun gaseumi
jogeumman sigeodo torajiljido molla
yeongwonhi gyeote isseo nal jikyeojwoyo
oneulcheoreom Oh Na

Oh Na Na oneulcheoreom Oh Na Na
Oh Na Na Oh Na Na Na

Antes que eu pudesse perceber todo o primeiro verso da música estava escrito, mesmo assim me passava a impressão que faltava algo para deixar a música mais completa. Por isso, vou até o quarto do Chungho-oppa e para pedir a opinião dele. - Oppa! Está ocupado? – Dizia enquanto batia na porta do quarto, quando ele finalmente surge, olho para ele e por algum motivo fico meio sem jeito de mostrar o que já tinha escrito para ele. - Ham... Espera um pouco! – Rapidamente voltava e entregava o meu celular com os fones de ouvido e colocava a tocar as músicas que meu amigo tinha me enviado. - Ouve isso aqui antes! – Dava o play e ficava analisando a sua reação, quando finalmente entrego o caderno com o que já tinha escrito para ele. - Essas músicas me derem ideia para essa música que estou escrevendo... Mas, acho que falta algo... Pode me ajudar Oppa? –

Ouvia com atenção as dicas do sumbae, enquanto comentava sobre o conceito que imaginei para a canção, algo sobre um casal que aos poucos ia se conhecendo, de maneira mais madura e “caliente” como era a ideia do ritmo musical que pretendia implantar na canção. Pegava o caderno de volta da mão do garoto e cantarolava a parte que já tinha escrito para que aos poucos ele pudesse pensar em algo. - Acho que poderíamos por um rap ali no meio, entre os primeiros versos e o refrão, não acha? –

Aguardava a resposta do rapaz, enquanto caminhava até a mesa da cozinha e voltava a escrever mais alguns versos que logo vieram à minha cabeça.

buranhae All Night
yeope isseodo sarajilkka bwa nan duryeowoyo
No Way
huljjeok tteo nalkka bwa nan museowo

neo eobsin mot sal geot gata
moreugesseo jakkuman bogo sipeunde
eolmana saranghae jeongmal saranghae
nae modeun geol matgilge nal anajwo

Nesse segundo verso, seria bem ao contrário, a garota já estaria completamente envolvida com o seu amado e sequer poderia imaginar ficar sem ele, por isso fazia várias pequenas declarações para que ele não a deixasse, já entrando mais de acordo com o refrão.

maeil nal wihae norael bulleojwoyo
Oh Na Na Na
dalkomhan nunbicheuro nal nogyeojwoyo
Oh Na Na Na
geudae tteugeoun gaseumi
jogeumman sigeodo torajiljido molla
yeongwonhi gyeote isseo nal jikyeojwoyo
oneulcheoreom Oh Na Na

Dessa vez eu apenas repetia o refrão, pois não era nenhum segredo que as músicas dos grupos idols ficavam famosas pelos seus refrãos chicletes e pelas suas coreografias (sejam elas fofinhas ou sexys) e por isso repetir o refrão ajudava a “fortalecer” nesse sentido o projeto de música que estávamos tendo ali. Outra vez comento com o sumbae. - Oppa, acho que poderíamos fazer a mesma receita nos dois versos. Vocal, Rap, Refrão. Vocal, Rap, Refrão. Acho que ficaria legal não é? – Dizia para o rapaz, enquanto entregava o caderno com o segundo verso da canção. Mesmo assim, queria que o terceiro verso tivesse algo de diferente. Tínhamos várias rappers no grupo, o que era bom, mas talvez três raps ficaria muito pesado para o estilo da canção. Decido então, escrever por fim uma parte mais lenta e romântica da canção.

gyesok nal saranghanda haejwo
dwidoraseosseul ttaemyeon
jakku bogo sipda haejwoyo
Oh Na Na Na Na Na
Na Na Na Na Na Na
jogeumman deo namjadapge
nan ne georago haejwo Oh Na Na Na

Cantarolava essa parte algumas vezes e pensava em voz alta. - Acho que essa parte vai ficar melhor nas vozes da Wonna-ne ou do Vili-ssi. Não acha? – Cantava mais uma vez essa parte para o garoto, afim de confirmar a sua tese. Depois pra encerrar com chave de ouro, mais um refrão para a canção.

Oh Na Na oneulcheoreom Oh Na Na
(Oh Na Na Na)
Oh Na Na Oh Na Na Na

maeil nal wihae norael bulleojwoyo
Oh Na Na Na
dalkomhan nunbicheuro nal nogyeojwoyo
Oh Na Na Na
geudae tteugeoun gaseumi
jogeumman sigeodo torajiljido molla
yeongwonhi gyeote isseo nal jikyeojwoyo
oneulcheoreom
Oh Na Na

Olhava para a letra da música em seu caderno, ficava de pé e começava a cantar ela baixinho, deixando mais ou menos com o estilo reggaeton que ela gostaria que fosse, também aos poucos inventando alguns passos para a canção. Se bem que a expert nessa área era a nossa líder, Wonna-ne, pegaria algumas dicas com ela depois disso e ver se ela gostava da canção. - Então, Oppa, o que achou? – Ouvia com atenção a opinião do rapaz e fazia as anotações que eles achavam necessário. - Vamos ver como ficaram as suas rimas, sumbae. – Apesar de ter certeza que ele acertaria na mosca, por ser o rapper principal do grupo, gostava dessa interação de composição que estávamos tendo ali. Só esperava que o resto do grupo gostasse e ficasse tão empolgada como eu estava para a canção.
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Re: [COMPOSIÇÃO] Oh Na Na

Mensagem por Park Chung Ho em Sab 6 Jan 2018 - 14:09


I can not explain in words
Antes que isso fosse um problema, acreditei por uma época que finalmente fosse fazer mais serviços dentro do SONNE. Comparado aos demais membros e enquadrado no grupo ‘sem problemas’, me ver tão parado dava impressão que pouco a pouco estaria sendo jogado para o porão. Por outro lado, foi uma opção minha e pessoal a escolha de me tornar um idol embora não possuindo digna vocação ou simplesmente vontade de permanecer longos anos nessa profissão. Após o incidente no interior, tenho ficado mais parado que imaginava ficar; Minha perna estava melhorando e com isso vinham os treinos de dança finalmente voltarem ao controle. Mas… Como posso dizer isso? Sozinho aqui no dormitório, tenho sentido uma áurea solitária bastante pesada rondar. Definitivamente não é o melhor dia para colocar os pés para fora do quarto.

Como qualquer amante e entediadamente fã da língua japonesa - e em especial, falo de tudo até mesmo da literatura que geralmente deixam com dor de cabeça - estava observando alguns desenhos rasurados sob a mesa. Fiz tentativas bastante vergonhosas, confesso todavia, estava contente ao perceber que aquilo sugava o tempo. Passava ser bom não ser um membro tão presente - lê-se passageiramente pouco prestativo - porque não me preocupava com aquecimento, centímetros espaçados para a direita, comprimento de braço para a esquerda e variáveis. Estava sendo alguém estranho ao meu ver. Mas sugeria ser ainda melhor do que Baldr, Park Chung Ho ou Zed. Sinceramente, era disso que estava precisando em alguns tempos. 

Apesar de acordado e simplesmente jogando o tempo fora, mantive a luz do quarto apagada utilizando a da lâmpada acoplada acima da mesa para fazer o que queria. também certifiquei que não fosse possível escutar a minha voz justamente para que não percebessem-me ali de prontidão. Fora coreografia e executar o rap, não sei se sou tão capaz de oferecer mais serviços. Batuco a caneta com a mão canhota virada para baixo inferindo criticar o rosto do garoto que esculpi. Precisava ser um fanart meu ou de Chinmae e Daejoon porém, mais parecia alguém que estava para conhecer do que necessariamente um já conhecido. Tentei observar pela fresta da janela, a rua. O caminhão de lixo estava passando e aquele barulho acelerava o meu coração constantemente notando a sua chegada. No cessar dos pneus do recolhimento, escutei duas batidas e uma voz ressoar nas costas da madeira. 

Prendi a respiração apertando a ponta do lápis antes de perceber que pertencia a Jessica, a nova integrante do grupo. Suspendi o queixo na direção da porta empurrando a cadeira levemente para trás relaxando seu espaldar para me manter de pé. Parte da minha pessoa desejava responder que estava descansando, mas outra queria atender. Nos vimos apenas em treinos ou na festa que acabou mal então logo seria possível, de recomeçarmos a relação harmoniosa entre membros. Talvez também fosse ela que auxiliaria a acabar com essa sensação de augúrio que venho sentindo. Toco na maçaneta e espero um intervalo para a puxar a porta minimamente para exibir o meu rosto. Graças às luzes exteriores, afinei os olhos sentindo a incerteza de que as lâmpadas fossem me cegar temporariamente :

— O que aconteceu, Jess? - Raciocinando, avisto um caderno nas mãos da loira e mais um fone de ouvido pendido em seu colo. Encaro aquilo com cara de poucos amigos. Não era bom com avaliações alheias. Todas as vezes que me pediam para opinar sobre alguma letra, repassava para frente podendo cantar qualquer coisa que viesse para o meu nome. Seria ridículo condenar que aquilo era o legítimo padrão de nós contratados. Sentia um árduo pesar, porém ao meu ver e pela minha realidade, é a verdade. Coço a cabeça despedindo-me do reino nipônico e dou presença ao corredor. Dois fones aparecem na minha direção fazendo anuir levemente para revestir os ouvidos. Desnecessário a mais nova fazer explicações, não demorei para sorrir na sua frente movendo os ombros contra o ar influenciado pelo ecstasy que as primeiras palavras do cantor influenciavam. Soltei uma nota de exclamação enfadonha, repousando a mão contra o ombro da garota :

— Reggae… Reggaepop... Reggaeton? - Indago piscando levemente para o teto pensativo sobre o nome descendo minuciosamente os lumes para a face da outra recebendo a confirmação. — Esse estilo está fazendo tanto sucesso. Anteontem tentei treinar uma música. Acho que nem é preciso treino… De fato, você escuta e dança. - Retornei a devolvê-la os pertences imobilizando com a próxima frase. Desacreditando, pendi levemente a coluna sem dar muitas evidências desse gesto para acatá-la. Ela queria a minha opinião? Ouso olhar o quarto rapidamente querendo que outra pessoa passasse por ali. Esse tipo de coisa era esperado ser feito de Chinmae. Ele quem gostava de compor e possui boa infraestrutura mental para arquitetar algo do tipo. De antemão, ninguém apareceu para me salvar. Olhei o conteúdo de relance até me interessando observando que já existiam uma quantidade louvável de linhas :

— É bom um enredo completo. Se pularmos muito… Eu acredito que o resultado irá sair uma catástrofe. - Nossos pés davam destino a mesa. Possuo um copo d’água enquanto observo-a escrever mais algumas coisas. Tento olhar para a parede porém, o tempo de intervalo visual foi curto quando flagro ela novamente dizer alguma coisa especial voltada para a letra. Um casal. Como sempre alvo de nossas melodias, concordei veemente pensando em algo real. Ela disse maduro então precisei excluir a minha realidade. Mesmo que Woona e eu estivéssemos crescendo juntos, estaríamos sempre longe do amadurecimento pela minha dádiva incomum de fazer besteiras. Seria certo nessa posição automaticamente tentar expor a intenção futura. Complicado, mas de qualquer forma foi a primeira ideia que incrustou a minha mente. Repouso novamente o objeto contra a mesa fincando os dedos na madeira transportando a atenção para a rapper :

— Tive uma ideia. Vou tentar formular o ponto de vista do rapaz. Um entre os primeiros versos e o refrão, certo? E concordo… Acho que como temos mais uma tripulante, quanto mais oportunidades de todo mundo cantar, melhor. Até porque Jessy, você é uma de nós agora. Espera aí, eu já volto. - Retornei ao quarto pegando o caderno de desenhos e a caneta tentando enquanto isso no meio do corredor, treinar algumas fonéticas semelhantes. Minha pronúncia cuspida dava lugar a um tom mais normal, o que fosse mais aconselhável para se fazer no primeiro treinamento e depois pegar o ritmo. Minha consciência se amplia quando risco as oito linhas do rap revisando o conteúdo retirando a acentuação das vírgulas experimentando circular os epicentros que deveriam acasalar numa outra ocasião, com o arranjo :

You lookin’ for a man that’s realer
Nal mannagi jeone mamkkeot jeulgyeo
Instae jakku mokjeogi ppeonhan
Namjadeurui dm allimeun da musihae
Girl ttak han beone kkotjyeo
Neoro matchwojin nae gwansimui chojeom
All day, All night baby 365
Heonsinhamyeo jeoldae tteonaji anheulge your side

Mentalizei a próxima parte mordendo a borracha do lápis enquanto observava a dedicação da menor. Por um momento me perpassou um ar fresco de aconchego. Ela trabalhava tanto mesmo com pouco tempo de debut. Coisas como essas fazem refletir a minha existência por ali. Tanto tempo contratado e da mesma forma, apenas mantive colaborações entre o grupo ou apenas pessoas que mais estivessem próximo de contato. Minhas pálpebras pesam diariamente ao ver que tanta notoriedade só seio por ser o mais velho - excluído de ter sido o líder - e consequentemente, pela posição principal. Alojo os dedos contra a cabeça fechando os olhos para resistir a queda dos pensamentos. 

A figura de todos nós dançando nos palcos dá vista pelas luzes marcantes, das nossas vozes misturadas e dos ships que éramos obrigados atuar. Modéstia parte, havia admirado por terem me unido a Woona nesta participação. Ela cantava e dançava e como dançarino também, a acompanhei em seu encalço mordendo o lábio rindo com a voz anasalada pelo microfone. Naquela noite no palco, pude tocar em sua cintura sem que encrencassem conosco. Uma das oportunidades que vi nítidas a minha frente. Tocando a folha, penso que seria certo registrar mesmo que ainda não tivesse certeza das palavras :

Ma Real Lady wae nollini
Neol hyanghan hogisimui gipin imi No Limit
Nal deo michige mandeureo neoui momnollimi
Like Coffeewa Muffin johwaroun eoullimi
Be my onsil sok hwacho nege heonsin
So I’ll be your mitgeoreum mae sunganui
Georukhan challaui challanhan areumdaun
Neoui beotimmogi dwieo
Jikyeojuneun ansikcheo mwodeun matgyeodo dwaeyo

Passo a recolocar tudo no lugar. E isso quando me refiro a “posicionamento” queria na verdade dizer que arranquei a folha e passei a limpo. Poucas pessoas compreendiam os meus círculos, retângulos e setinhas. Essa tática foi desenvolvida na universidade para ter uma desculpa simples para não emprestar o caderno. De soslaio, vejo-a encarar meus dedos de forma indagativa. Já havia terminado? Mas que diabos. Afilo a voz e empurro a folha para baixo das suas mãos efetuando uma troca de conteúdo dentre nós dois. Tento ler aquilo que deixou curiosidades apoiando o queixo contra a mão destra. Meus dentes motivaram-se a mostra quando desviou minhas íris aos dois trechos. Senti uma necessidade quase repugnante para me justificar :

— Desculpe. - Tentei recolher, mas aquela aparentava também interessada na composição. — Composições são com o Chinmae. Não sou bem um rapper... Rapper. Entende? - Seguro com a ponta dos dedos a estrutura do caderno. Vendo o horário pelo relógio, decido mudar o assunto e esperava o fim do acontecimento. — Vamos sair um pouco? Acho que a Weiwei não irá reclamar de dar uma volta. - Apressando o contato com o mundo livre, esquivo das cadeiras segurando uma das chaves que me pertenciam. O boné azul marinho serviria como um bom estímulo para camuflar-me no meio do cotidiano. Deixo o celular pela bancada - estranhamente quero esquecê-lo hoje - e abro a porta. A luz do corredor está apagada por ser dia assim me fazendo descer tudo com a cabeça inclinada. Ao olhar para cima vejo o perfil menor da garota me seguir. A partir dali, não sei se saberia me portar como o mesmo colega humorado.

Não queria ter acordado naquele dia.


Encerrado


what if i told you
「R」
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Re: [COMPOSIÇÃO] Oh Na Na

Mensagem por Sasaeng em Qua 10 Jan 2018 - 21:22

Freya
Tirando algumas falhas de ponte de acontecimentos, o texto tinha a cara da Jessica e a personalidade pilhada e alegre, além de ainda pensar no que os outros membros poderiam exercer na execução de sua criação. Gostei de ter exposto mais o porquê da escolha do ritmo e como surgiu, sendo bem direto e explicativo ao mesmo tempo. Nas próximas vezes tente explorar como ela se sente enquanto escreve, o que sente ao por aquilo no papel, o por que casais? Só por causa do grupo ou por um motivo além? São perguntas que ficaram no ar.
155 pontos de popularidade
+7 Composição + 5 carisma*
*Carisma dado por transbordar a personalidade dela.
Não ouve nenhum bônus em canto devido a falta de detalhes no que ela cantava, se fosse mais bem descrito este trecho, poderia ter ganho uns pontinhos.


Baldr
Um texto longo que parecia curto por ter muito de Chunho, algo que a muito me fazia falta, deixando claro a crise existencial e pressão que está sofrendo, dando um ar de problemas mentais ainda a serem descobertos. Além de escrever e poder transmitir o que realmente sente por aquela que ama, teve a culpa por não ser muito participativo ao grupo e ainda revelando algo sobre sua posição. Parabéns e espero ler textos mais alegres dele em breve, mesmo vendo ele amadurecer, me dói ver uma personagem tão cativante e pitoresca, assim, acanhada e sem um norte.
175 pontos de popularidade
+10 composição +10 carisma*
*Devido a latente personalidade e cuidados com a dongsaeng/e indiretamente grupo.
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Re: [COMPOSIÇÃO] Oh Na Na

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